O que é

Dados públicos georreferenciados à disposição de defensores, pesquisadores e jornalistas. Quão perto está o extrativismo mineral das unidades de conservação, das terras indígenas, das comunidades remanescentes de quilombolas e dos assentamentos da reforma agrária? Agora é possível enxergar essa realidade. Ver onde está a tensão socioambiental no Brasil.

Como funciona

Latentes simplificou o acesso a informações da Agência Nacional de Mineração (ANM), do Ministério do Meio Ambiente (MMA), da Fundação Nacional do Índio (Funai) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Basta utilizar o mapa para detalhar a situação da área de interesse. É possível acessar as bases de dados na documentação e tirar dúvidas pelo e-mail latentes@livre.jor.br

Em outubro de 2019, uma nova funcionalidade foi habilitada. Na aba Terras Indígenas, além dos pontos em que há extrativismo (34 mil), o mapa exibe a totalidade dos registros minerários (190 mil) – o que inclui os pedidos de pesquisa. Com isso, é possível, ao clicar nas sobreposições de cores, identificar quem já teve interesse em minerar essas áreas.

Quem fez

Com o apoio do Fundo Brasil de Direitos Humanos (FBDH), Latentes é o resultado do trabalho de catorze pessoas. Na coordenação está o Livre.jor, agência de jornalismo localizada em Curitiba (PR). O projeto integra o edital de Jornalismo Investigativo e Direitos Humanos do FBDH, viabilizado pela Fundação Ford, da Fundação Open Society e da Climate Land and Use Alliance.

Resultados obtidos

Confira as notícias elaboradas a partir do projeto Latentes e a repercussão dos dados na imprensa, na academia e em debates sobre conflitos socioambientais.