Dentro do cronograma do Prêmio Mosca 2025, as inscrições foram encerradas no último sábado, dia 25 de outubro. Agora, a Banca Julgadora tem até 2 de novembro para selecionar os finalistas entre as 139 reportagens que disputam a categoria Profissional, os 62 trabalhos inscritos na categoria Universitária e os 10 projetos concorrendo pelo Troféu Rastilho.
Com esse total de 211 inscritos, o Prêmio Mosca bateu o recorde do ano passado, que foi de 190. Os concorrentes da Profissional passaram de 120 para 139, subiram de 57 para 62 na Universitária e, no Troféu Rastilho, caíram de 13 para 10. São 81 veículos de imprensa diferentes, de todas as regiões do Brasil e mídias diferentes, de portais de notícias a perfis em redes sociais, passando por emissoras de tevê e cooperação internacional.
“A gente sempre se surpreende quando vocês se inscrevem, daí quando temos um recorde pelo segundo ano consecutivo a nossa responsabilidade só aumenta”, reconhece José Lázaro Jr., da comissão organizadora. Ele, Alexsandro Ribeiro e João Frey comporão o júri da categoria Profissional e do Troféu Rastilho. Na Universitária, Ribeiro sai e entra Rafael Moro Martins, para evitar conflitos de interesses, que a gente se leva a sério.
Pra quem ainda não percebeu, todas as etapas do Prêmio Mosca 2025 estão ligadas a datas importantes para a comunidade jornalística que preza coragem, qualidade e repercussão. O ciclo de publicações começa no 28 de setembro, que é o Dia Internacional de Acesso à Informação. As inscrições foram até 25 de outubro para nunca esquecermos o assassinato de Vlado Herzog pela ditadura militar.
Já a razão de divulgarmos os finalistas em 2 de novembro é para celebrar o Dia Internacional pelo Fim da Impunidade em Crimes contra Jornalistas, instituído pela UNESCO para destacar a urgência de combater a violência contra profissionais da imprensa.
