Compra de carimbos para o Tribunal de Justiça pode chegar a R$ 112 mil

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A compra de 3.640 unidades de carimbos pode custar até R$ 112 mil aos cofres do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR). De acordo com o órgão, a aquisição é para repor os estoques das unidades administrativas, que conta hoje com 260 unidades de carimbos. O edital, que abre este #ComprasDaSemana, pode ser conferido pelo sistema de licitação clicando aqui.

A quantidade licitada pelo tribunal é uma estimativa com base no uso nos últimos anos. O TJ afirma ainda na justificativa do edital que a vigência da última ata de registro de preço para carimbos findou em julho do ano passado, e que “até o momento não houve mais aquisições do material de consumo”. Apesar da quantidade estimada, cabe ressaltar que o total não obrigatoriamente será adquirido pelo TJ, uma vez que a compra se dará de forma parcelada.

Os mais de 3,6 mil carimbos estão divididos em oito lotes com especificações diferentes para cada dimensão e tipo de material. Os valores e quantidades variam dependendo do carimbo. Os lotes vão de 50 até mil unidades, e os preços máximos da licitação por carimbo, segundo o edital, variam de R$ 18,00 para um carimbo de 2,7cmX0,9cm a R$ 65,00 por um de 6cmX4cm. Clique aqui e baixe o edital completo.

Edital para comprar couro de porco? Isso mesmo. A câmara federal lançou licitação para aquisição de materiais gráficos. A estimativa do custo pelo pelo trâmite é de R$ 51 mil. O couro de porco entra nas especificações dos lotes.

Dentre os materiais a serem cotados pelos parlamentares está o lote para aquisição de 45 m² de couro de porco nas cores azul, verde, vermelha, vinho e preta. O custo deste lote pode chegar a R$ 20,8 mil. Na mesma licitação, a câmara licita 33 m² de pelica nas cores azul, marrom, verde, vermelha e preta, ao custo total de até R$ 8,4 mil o lote.

Mas espera aí que a câmara tem explicação para a compra. A justificativa prevista no edital é de que os materiais – incluídos os couros de porco e pelicas-, servirão para atender o uso da coordenação de gráficas da casa para “atender a demanda de diversos setores para confecção e douração de pastas, porta-diplomas, restauração de livros históricos, caixas, embalagens protocolares e outros materiais”.

O couro de porco, portanto, segundo especificação do documento da licitação, será utilizado na restauração de documentos. Já as pelicas servirão para encadernação de livros. Clique aqui e confira a íntegra do edital no site da câmara.

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