Dissertação sobre uso da tecnologia no jornalismo cita o Livre.jor

Você já pode ler gratuitamente na internet a pesquisa “Usos e apropriações de tecnologia no cotidiano do Jornalismo Guiado por Dados“, realizada por Matias Peruyera durante o mestrado na UTFPR. Na dissertação, para discutir como jornalistas utilizam novas tecnologias para fazer o seu trabalho, Matias conversou com profissionais da área e conosco, do Livre.jor, na pesquisa de campo. Fomos observados, medidos e degravados. Deve ser nossa primeira aparição entre mestres e doutores.

“Cada pessoa que precisar usar técnicas de Jornalismo Guiado por Dados em seu trabalho vai montar seu próprio sistema a partir das ferramentas que ela saiba usar, ou queira saber usar, ou acredite que seja a melhor para as tarefas que queira realizar – de forma similar a quem quer realizar outras atividades. Essa combinação de elementos tem aspectos de
tática”, diz Matias, na conclusão da pesquisa. Ele considera que se o uso da tecnologia dentro da profissão já é largamente aceito, “o que ainda parece estar longe da estabilização são as técnicas e os aplicativos utilizados”.

Além do Livre.jor, Matias conversou com Renata Silva Pinto (Núcleo de Jornalismo Investigativo da UP), Guilherme Storck (Gazeta do Povo), Ricardo Ruas Silva (elaborador de visualizações gráficas para o Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil) e Bob Smith, mais as entrevistas com os docentes Rosiane Correia de Freitas (Universidade Positivo – UP), Marcelo Träsel (PUC-RS) e Ricardo Fotios (ESPM e Metodista). No nosso caso, as conversas foram em 2014, período em que o Rafael estava por entra na equipe, e antes, portanto, do Alexsandro Ribeiro completar o quarteto.

Ao lerem o trabalho, favor desconsiderar um palavrão eventual, aqui e acolá. Especialmente os meus, pois não economizo certas “interjeições” – e o Matias fez o “favor” de transcrever integralmente o papo ;). Para aproveitar o registro, Livre.jor também já foi citado nos artigos “Transparência no Poder Visível: o caso da greve dos professores no Paraná“, de Gabriel Bozza e Rose Mara Vidal de Souza, e “As redes sociais e a Lei 12.527/2011 como fontes constituintes da esfera pública nos dias atuais“, de Guilherme Luís de Almeida Gonçalves.

Se você, ou algum conhecido, já nos tomou como exemplo de qualquer coisa, seja em trabalhos de graduação ou pós-graduação, deixe-nos saber! Gostamos de entender a opinião de vocês sobre nós – e sobre isso que fazemos.

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