Desde o final do mês de maio de 2014, quando a Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo (Sabesp) começou a captar água do volume morto do sistema Cantareira para abastecer a cidade de São Paulo, a crise de falta d’água no estado tem marcado presença diária no noticiário nacional. Apesar de toda a cobertura dos veículos de comunicação e dos alertas dos mais diversos especialistas, a preocupação com o consumo exagerado de água parece não ter se espraiado de São Paulo para o vizinho Paraná.

Conforme informou a Sanepar em resposta a um pedido de informação do Livre.jor, o consumo médio mensal por domicílio tem se mantido estável no estado nos últimos três anos. Em 2012, a média foi de 14,37 m³/mês; em 2013, 14,11 m³/mês; e no ano passado o consumo médio foi de 14,36 m³/mês.

Ainda de acordo com a Sanepar, a distribuição do consumo por categoria nas áreas onde a empresa atende é a seguinte: 77% residencial; 13% comercial; 6% poderes públicos; 4% industrial.

Conforme informado pelo Livre.jor no dia 26 de janeiro, o Paraná não corre risco iminente de problemas com o abastecimento de água. Entretanto, para quem imaginava que esta crise hídrica pudesse ter certo efeito pedagógico sobre os que não estão sofrendo com ela, a resposta parece ser não.

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